segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Passividade nata

Impressionante a capacidade que as pessoas têm de se acomodar com as situações.
O carro não tá bom, a casa não tá boa, o namoro não tá bom, o emprego não tá bom, mas mesmo assim tudo continua na mesma. A gente se acomoda com o que é ruim e esquece de buscar o que é bom, se acomoda com o que é errado e esquece que existe o certo, se acomoda em receber carinho mas esquecemos que alguém pode estar precisando do NOSSO carinho. A gente se acomoda em não ter tempo, e quando temos não sabemos aproveitá-lo. A gente se acomoda a não arriscar e só depois nos damos conta das oportunidades perdidas. Em resumo, a gente se acostuma com TUDO e quando percebemos isso é tarde pra tentar mudar.
Porque eu só queria ser mais racional e menos passional.
Ser mais real e menos utópica.
Queria me permitir mais a ser tão autodestrutiva.
Tantas coisas que poderiam ser mudadas, mas com o tempo a gente aprende que tentar mudar não adianta e a solução é aperfeiçoar o que não é de agrado e viver da melhor forma possível, sem se acostumar!
Acostumar-se é viver na passividade, na inércia, no medo e, principalmente, viver como se nada tivesse sentido.

Eu não quero olhar pra trás e ver que vivi uma vida mais ou menos, e você?

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Enjôo

Porque eu enjôo das pessoas e das coisas mais rápido que a velocidade da luz, do som e do pensamento.
Enjôo das atitudes, dos julgamentos, das traições, dos preconceitos e das injustiças.
Enjôo dos falsos, dos moralistas e das falsas amizades!
Digiro, enjôo de novo, mas uma hora eu vomito e tudo fica mais calmo.
Pena que não por muito tempo.

sábado, 18 de setembro de 2010

Mais e outra vez.

Não preciso que seja um texto bonito, um texto bem escrito e muito menos um texto poético.
Não preciso de leitores, de elogios e nem críticas.
Não preciso de motivos para vibrar de felicidade, despencar no choro ou me tornar indiferente.
Não preciso de ninguém que me diga o que é certo e o que é errado, pois já tenho minha mente que ousa em julgar minhas atitudes!
Ouço gritos.
Gritos que vêm lá de dentro, do espaço mais fundo da minha consciência.
Gritos de alguém que está perdida no meio do nada, sem ninguém pra ouvir ou falar.
Gritos que teimam em não ultrapassar os limites das cordas vocais.
Ouço silêncio.
Silêncio que corta profundamente sem dó nem piedade.
Silêncio de querer desvendar o mundo desconhecido, descobrir o mistério que se esconde por trás desses olhos tensos e provocativos, e também dentro desse coração.
Silêncio do meu coração que chora baixinho, pra não perturbar.

Grito e silêncio. Tudo e nada. Agora ou nunca. Norte e Sul. Novo e velho. 8 ou 80. Mais, muito mais e sempre mais!
O que define? Inconstância. Pura e unicamente inconstância!

Agora é deixar que o tempo se encarregue do seu serviço e quem sabe um dia eu consiga dividir espaço com esse turbilhão que ronda meus pensamentos, porque já cansei tentar entender.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Dia Dela!

Eu sei, eu sei e eu sei que é totalmente previsível escrever ‘posts-especiais’ à pessoas especiais, à comemorações e coisas do gênero, e esse não seria (muito) diferente. Só é diferente porque a pessoa em questão é a minha MÃE! Hoje é aniversário dela e esse post será também muito especial e inteiramente dedicado a ela.

Tudo começou há 19 anos quando ela teve a noticia da maternidade e junto disso, começou a sua missão de proteger, amar, cuidar, educar, e outras tantas ações que ela (e meu pai, logicamente) vem desempenhando muitíssimo bem!
Sempre pensando e buscando apenas o melhor pra nós, alguns sacrifícios foram necessários. Quando tínhamos 6 e 7 anos, eu e minha irmã fomos morar com a Oma (avó, em alemão) no litoral, o principal motivo foi porque eu tinha bronquite, era comum entrar em crise durante a noite e lá corríamos pro hospital, mas também porque não seria fácil manter o escritório, nos levar pra cima e pra baixo aqui em São Paulo para fazermos todas atividades que eles gostariam de nos proporcionar, então seriam praticamente motoristas particulares.
No começo era muito difícil porque meus pais iam pra lá apenas na sexta feira e voltavam no domingo a noite, depois que já tivéssemos adormecido. Lembro que nem sempre a gente dormia fácil, então quando ouvíamos o barulho do carro ligado, desatávamos a chorar e a sair correndo pela casa em busca deles. Mais um pouquinho de colo e, puf, sono profundo. Durante a semana nos falávamos a todo momento pelo telefone, internet e de vez em quando trocávamos cartas. Assim era nossa comunicação até o final do ano passado, quando vim morar aqui.
Infeliz e naturalmente, nem sempre reconhecemos o esforço que eles fazem pra cuidar da gente da melhor forma possível, culpa dessa eterna mania de achar que a gente já sabe se cuidar! Tolice. Mãe é mãe e em qualquer circunstância quer o filho bem pertinho, bem debaixo da asa pra controlar. E na hora de sair de casa? Precisa saber aonde vai, com que vai, que horas vai chegar em casa, até mesmo se está levando blusa, porque, né, vai que o tempo muda! Precisa saber de todos os mínimos (e às vezes desnecessários) detalhes. Mãe que mima, que dá bronca, que ri, que chora, que fica de mau humor, que ri à toa, que vira a cara, que vai buscar de madrugada onde for preciso, que ama MUITO e incondicionalmente. Amor de mãe é um amor incontestável!

Não posso deixar de contar uma história que marcou bastante nossa infância. Antes de começam, três considerações necessárias:
#1 Eu e a minha irmã sempre fomos acostumadas a vir pra São Paulo sozinhas. Vínhamos em uma daquelas vans que chegam (e saem) do Jabaquara e todos os perueiros nos conheciam;
#2 Antes da Oma começar a dirigir, ela contratou uma pessoa pra levar e buscar a gente pra escola. Ela e o marido tinham um canil e hotel pra animais.
#3 Na época eu e minha irmã tínhamos uns 7 e 8 anos.

Vamos à história:
Uma sexta-feira ou outra saiamos da escola e vínhamos direto pra cá, minha vó sempre avisava a moça (aquela da consideração acima) sobre a viagem e ela nos deixava no lugar certo pra pegar a van.
Um certo dia, minha irmã teve uma brilhante ideia e - por ser a mais velha - era a ‘cabeça’ de tudo e eu fui no embalo.
- Fa, vamos pra São Paulo hoje fazer surpresa?
- Mas como? A Oma nem deixou combinado com a Ideli.
- Ah, a gente inventa qualquer coisa pra falar pra ela!
- Tá bom! Mas você fala, tá? (eu era tãããão inocente!)
E ela falou pra moça que a Oma tinha esquecido de avisar, mas que era pra ela deixar a gente nas vans. Primeira etapa ela tinha passado, agora foi pra segunda:
- Oma, a gente ta aqui na casa da Ideli, ela tem uns cachorros pra dar banho e entregar, aí depois a gente vai pra casa, tá bom?
- Tudo bem! Só me avisa a hora que vocês forem sair daí.
Mais um pouquinho de conversa e a ligação terminou ali.
Óbvio que não existia mais Ideli, casa e muito menos cachorro pra dar banho e entregar. Estávamos ali no centro da cidade esperando a bendita van sair. Chegou e lá fomos pra estrada.
Nesse meio tempo, minha vó ligou pra casa da Ideli pedindo pra falar com alguma de nós duas e a resposta:
- Falar com as meninas? Mas elas não estão aqui!
- Como não? (cara de espanto da minha vó) A Ariene me ligou e falou que estava aí!
- Não! Elas falaram que iam pra São Paulo e que você tinha esquecido de avisar!
Pronto, a confusão tava armada. Ninguém sabia ao certo onde a gente tinha se metido. Então quando estávamos na metade do caminho, minha Irmã resolveu partir pra terceira etapa e ligou pra casa pra falar pra minha mãe (que, claro, já sabia que não estávamos com a Ideli) que a gente estava indo pra São Paulo. O desespero dela do outro lado da linha era perceptível até pra mim, que nem estava ao telefone! Continuamos a viagem, meu pai foi nos buscar no Jabaquara e quando chegamos em casa (puuutz!) minha mãe estava na sala, aos prantos, com a cara inchada e morrendo de preocupação!
No final ficou tudo bem! Tivemos que dar boas explicações e hoje eu lembro e dou risada, mas na época éramos duas crianças! Uma bem espertinha (minha irmã) e a outra bobinha que seguia o que a irmã mandava..
Acho que você lembra bem disso, né? :)

Olho pra trás e vejo tantos e tantos momentos, como esse, que já passamos. Sei que temos nossas diferenças, que nem sempre nos damos bem, mas quero te agradecer por tudo que vivemos juntas até hoje. Agradecer pela paciência e pela grandeza de ser a minha mãe!
Eu te amo muito, muito, muito. Curta o seu dia e.. FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

Beijos e abraços apertados.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Barufi's day!

Há pessoas que não acreditam que uma amizade possa se formar através de uma tela de computador e muito menos se manter com o passar do tempo.
Com a Cris Barufi foi totalmente diferente, a conheci pelo twitter há um certo tempo. Uma pessoa adorável, muito simpática, divertida, que me cativou com as suas atitudes simples e sempre pronta pra ajudar quem precisasse. Trocávamos alguns tweets pra cá, outros pra lá, trocamos MSN e nos falávamos de vez em quando. Até que no dia 15 de Maio (finalmente) nos conhecemos no show da Isabella Taviani aqui em São Paulo. E, claro, superou as expectativas!
Nos divertimos horrores num pós-show com as famosas DTs, mas depois ela voltou pra BSB e se esqueceu (parcialmente) de SP! :(
Como hoje é o aniversário DELA, não poderia deixar passar em branco aqui no Blog! Desejo muitas felicidades, muitos anos de vida, muita saúde, muita força de vontade, amor, paz, esperança, tudo de melhor e mais bonito que você pode imaginar! E mais do que nunca agradecer por ser essa pessoa tão especial que 'surgiu' na minha vida e agradecer pela sua amizade essencial!
Super beijo no coração e um abraço bem apertado, lôra munita!

domingo, 8 de agosto de 2010

Dia do Heroi

Dia mais que especial e digno para falar, elogiar e agradecer um dos homens da minha vida! Eis o digníssimo Sr. Jorge Eduardo, que recebeu a difícil missão de ser meu pai! Ser meu exemplo, meu herói desde criança, meu amor, meu amigo e ser mais do que tudo isso, aquele ao qual eu daria minha vida!
Sim, sim, é ele que me leva pro trabalho todas as manhãs, aquele que me busca na hora do almoço, me leva de volta pro trabalho, me busca pra ir pra faculdade e encerra a noite, lá pelas tantas da madrugada, me pegando na estação. Aquele que sabe conversar, sabe dar bronca, sabe mostrar o que é certo e errado.
Dentre tantas memórias tem uma passagem rápida, mas que não sai da minha cabeça.
Era mais um dia qualquer, eu com 6 ou 7 anos. Eu, minha irmã (A nível de informação: ela é um ano mais velha que eu), minha mãe e meu pai na sala de casa, a disputa infantil entre eu e minha irmã pra quem sentava no colo da minha mãe. Lembro que virei pra minha irmã e falei: " Não tem problema, você vai morrer mais cedo e eu vou ter o colo dela pra sempre!" (Ahh, inocência de criança, criança que acha que terá os pais eternamente) , olhei pro meu pai e ele observava atentamente a situação e se divertia! Abriu o sorriso mais lindo e os braços, fui correndo para o colo dele e lá fiquei. Creio que desde então houve essa 'separação', minha irmã com a minha mãe e eu com meu pai.
Falar dele é como falar de mim mesma. É como falar das minhas atitudes e das minhas características.
O pai que eu agradeço todas as noites por eu ter ao meu lado.
Claro que não poderia deixar de citar aquele que é meu pai duas vezes. Meu avô, meu Opa, o Sr. Harri que tanto AMO!

Já disseram por aí: "Miserável aquele que não tem heroi!" , os meus estão aqui embaixo, junto das minhas heroínas, ó:





Muito, muito, muito obrigada por ser quem você é. Por ser o MELHOR, o imbatível, o inigualável, o impagável pai que eu poderia ter. Digo com todas as letras e repito quantas vezes forem necessárias: EU AMO VOCÊ.

Feliz dia dos Pais!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dor da perda

Hoje é um daqueles dias que eu preferia não ter saído da cama e não ter recebido notícias ruins (como se fosse adiantar). Resolvi explicar tudo que anda acontecendo, o porquê das diversas postagens um tanto depressivas no twitter . Pois bem, meu bisavô foi internado há duas semanas com problemas - até então - pulmonares. Diversos exames e toda aquela enrolação dos médicos para dar o real diagnóstico. Na terça-feira da semana passada ele foi para a UTI, na sexta-feira piorou e foi sedado, e hoje de manhã infelizmente faleceu. E o que agravou mesmo foi o Câncer.
Ontem quando fui visitá-lo senti um vazio tão grande, uma tristeza de vê-lo naquela situação, enquanto minha memória parece que rebobinou uns 10 anos e lembrei de tantos momentos. Dos Natais em volta daquela mesa farta. Os filhos, netos, bisnetos, sobrinhos, e todos que chegassem, rindo, conversando, e nós - as crianças - correndo pelo quintal e a nossa bisavó mostrando os moranguinhos crescendo na horta todas as vezes que íamos até lá. Quando nas Páscoas tínhamos que procurar todos os ovos de chocolate pelo quintal, pelo jardim, pelo quartinho de ferramentas e depois sentávamos no chão para comer cada um. Aquele senhorzinho que vinha até o portão, depois da campainha. Então passávamos, dávamos um beijo e entrávamos em casa. Não teve um dia sequer que aquela lata que ficava sob a mesa de centro da sala não estava cheia de bombons. Era praxe chegar e comer vários durante a tarde. As histórias de quando lááá no passado, ele tinha que andar quilômetros para comprar uma caixinha de fósforos que fosse. E aquela sacola de plástico repleta de brinquedos que ficava guardada no armário do quarto? Despejávamos no chão da sala e sempre tinha briga porque um queria brincar com o brinquedo do outro, mesmo tendo uma centena de outros brinquedos. Os tapinhas nada sutis que a Dona Elza, minha saudosa bisavó, nos dava de brincadeira. O nosso encantamento com aquele abajour que mudava de cor. Quando ele já velhinho inventava de subir no telhado pra arrumar alguma coisa. O comum pega-pega em volta do Fusca azul-calcinha na garagem. Quando a gente tocava campainha e esperava a bisa ir até a janela e dar uma bronca. Os aniversários que todos se reuniam, e como era bom ver o brilho nos olhos deles por ter a familia toda junta. Memórias, memórias e memórias. Lembranças de um passado agora distante. Momentos únicos que não voltam mais. Abraços que não serão mais dados. Sorrisos ficaram na memória e em fotografias...
Hoje um dos homens mais justos, mais honestos, mais dedicados, mais trabalhadores, mais ricos de alto astral, de companheirismo, de boa vontade, se foi para um lugar especial. Para um lugar onde ele olhará por nós, para um lugar junto com a sua companheira de longos e longos anos. Para um lugar longe da nossa realidade. A saudade com certeza vai se manifestar muitas vezes através das lágrimas, mas quero mesmo é lembrar desses momentos aí de cima, desses e de tantos outros momentos mais do que especiais. Inesquecíveis.
Mais do que pai, avô, bisavô, marido, companheiro, amigo, homem. Um exemplo.
Agora todos já sabem o motivo de tanta dor. E depois de ontem, conclui três coisas: 1. não tenho vergonha de chorar; 2. não tento ser forte; e 3. meu psicológico está inteiramente em pedaços.

Declaro todo meu amor a esses dois seres iluminados, Sr. Gerhard e Sra. Elza!


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Oportunidades

Em uma dessas noites frias que a gente só quer saber de ficar na cama sem pensar em nada liguei a TV e fui trocando de canal até achar alguma coisa que me interessasse. Parei no filme ‘A volta do todo poderoso’, na parte em que Deus faz o seguinte questionamento: “Deixa eu te fazer uma pergunta, se alguém rezar pedindo paciência acha que Deus dará paciência ou Deus dará a oportunidade de ser paciente? Se pedimos coragem, Deus nos dá coragem ou oportunidade de sermos corajosos? Se alguém pede que a família seja unida, acha que Deus une a família com amor e alegria ou dá a eles a oportunidade de se amarem?”.

Sempre que temos um problema e não temos a mínima idéia de como resolver apelamos às forças divinas, aos santos, aos espíritos, às energias positivas, às entidades, e como mais quiser (e preferir) chamar um único Deus. Porque é tão mais fácil nós tentarmos da maneira ‘convencional’, pedindo a Ele, a colocar a cabeça para funcionar. E quando estamos felizes? Em plenitude, com a vida tranqüila e sem grandes preocupações, nos lembramos de agradecer? Ou até mesmo agradecer pelo dia que tivemos, pela família que temos, pelos amigos, pela comida posta a mesa, pela nossa saúde. Não colocamos a mão na consciência, não vemos o que é errado e o que é certo para o outro, vemos para nós mesmos.

Parece um assunto praxe mas ninguém para pra pensar, a música Offer da Alanis Morissette é um tanto explicativa, com um trechinho que diz: "Quem, quem sou eu para entristecer? Diante de minha familia e sorte, diante de meus amigos e minha casa".Quem sou eu pra reclamar do trânsito, da chuva, de um amor fracassado, de um momento desperdiçado, do frio, do humor das pessoas, reclamar que tenho que sair cedo de casa pra trabalhar enquanto preferia ficar na cama até tarde, quem sou eu? Quem sou eu pra julgar o que é certo e o que é errado, enquanto muitas vezes EU sou a errada?

Sou aquilo que ninguém vê. Sou mais uma aprendiz de uma coisa extremamente complexa que se chama vida. Sou uma eterna errante, mas acima de tudo, uma errante que TENTA!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Intensidade

C'mom, não seja tão previsível, tão certa da verdade, tão certa das coisas e das pessoas, certa da vida, das atitudes e até mesmo da FALTA de atitude!
A vida é tensa. Mas muito mais do que isso, a vida é
INtensa.
Você pega, se apega e depois desapega. É assim, é
SEMPRE assim.
Tem coisa mais deliciosa que o inesperado?
O encontro, o sorriso, o abraço, o beijo, o sentimento..não tem!!!

Vamos deixar a tensão de lado, jogar o autocontrole pra longe, o medo pra mais longe ainda. Vamos VIVER! O simples, o complicado, o típico, o atípico, o objetivo e o subjetivo, o normal, o monótono, o quente, o frio, o DIFERENTE! Vamos parar um pouco com aquela preocupação de que os outros vão julgar a nossa 'loucura-mais-que-normal'. Eu quero mais, sempre mais.

E sabe, silenciar às vezes expressa muito mais que a minha própria submissão.